Policial

APRAM denuncia função de PMs nas unidades prisionais e promete acionar o ministério público

A Associação de Praças da Polícia Militar de Mossoró e Região (APRAM) promete acionar o Ministério Público Estadual em razão do desvio de função e diversas irregularidades que permeiam a atividade dos militares que atualmente integram o sistema penitenciário do Rio Grande do Norte. Além disso, o emprego dos PMs como guarda muralhas desfalca decisivamente o policiamento ostensivo e atendimento à população.

Nesta segunda (29), o presidente da entidade, Cabo Tony Fernandes, concedeu entrevista na imprensa quando sugeriu que os agentes penitenciários recém formados ocupem tais postos de serviço, tal como preconizado no estatuto da categoria e proporcionando a devolução dos PMs aos batalhões operacionais. “Reconhecemos que o número de agentes não é suficiente para cobrir todo o sistema, mas o processo há de começar”, declarou o dirigente.

Além do desvio de função, há evidências claras de insalubridade e grave desgaste na estrutura física em que operam os PMs. Toda essa problemática é de conhecimento das instâncias governamentais responsáveis, inclusive na última quinta (25), o Cabo Tony cobrou medidas para o problema durante reunião em que estavam presentes os secretários Vágner Araújo, Tatiana Mendes Cunha (Casa Civil), Sheila Freitas (SESED) e comandantes militares.

Concomitante a isso, as demais entidades representativas também cobram a devolução dos PMs que ainda se encontram em desvio de função cedidos aos demais poderes. A medida é necessária uma vez que a violência cresce assustadoramente, inclusive com policiais sendo vitimados frequentemente, sendo portanto urgente o aumento do contingente na atividade fim de policiamento ostensivo.

Assessoria de Comunicação APRAM.

mossoro190
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